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Massagem e Bem-Estar

Como decorre uma sessão de massagem terapêutica: o que esperar da primeira vez

· · 6 min de leitura · Dmytro Chervenyak Dmytro Chervenyak
Sessão de massagem terapêutica nas costas, Fisalis Leiria

Marcou. Carregou em “enviar” no WhatsApp, recebeu a confirmação, e logo a seguir veio aquela vozinha: e agora, o que é que me vão fazer ali? Tenho de me despir? Vai doer? E se eu não souber o que dizer, ou ficar ali especado sem saber onde pôr as mãos?

Se é a sua primeira vez, essa pequena tensão é das coisas mais normais do mundo, e digo-lhe já: passa nos primeiros cinco minutos. Em oito anos a receber gente pela primeira vez, reparei que quase toda a chega com as mesmas dúvidas por dizer. Então vou contar-lhe, com calma, exatamente o que vai acontecer quando entrar na Fisalis, do “boa tarde” até à porta de saída. Sem surpresas, é meio caminho para vir descansado.

Marquei… e agora? O que me vai acontecer ali?

Em resumo: primeiro conversamos e avalio, depois trabalho a zona, e no fim leva exercícios para casa. A massagem é o meio da história, não o princípio.

E é aqui que a Fisalis se afasta de um spa. Num spa, deita-se e começa logo a massagem, igual para toda a gente. Aqui, a primeira coisa que faço é perceber quem está à minha frente e o que lhe dói. Sem isso, qualquer massagem é um palpite, por muito boas que sejam as mãos.

A primeira coisa que faço (e não, não é pô-lo logo na marquesa)

Começo por sentar-me consigo e fazer perguntas. Há quanto tempo dói? É sempre, ou vai e vem? Piora ao acordar, ao fim do dia, ao estar sentado? Em que trabalha, como dorme, já teve isto antes?

Pode parecer conversa, mas é a parte mais importante de todas. Uma dor que aperta de manhã conta-me uma coisa; uma que só chega ao fim da tarde conta-me outra completamente diferente. É nesta conversa que começo a perceber qual é o músculo a fazer queixa, e por onde lhe vou pegar. Quem o deita na marquesa sem lhe perguntar nada está a tratar às cegas.

Vai ver o seu problema, não só ouvir falar dele

Esta parte costuma surpreender. Em vez de lhe dizer apenas “tem tensão nas costas”, mostro-lhe no modelo anatómico em 3D (uma figura do corpo que roda no ecrã) onde está o músculo em causa, como se liga à zona que dói, e porque é que aquele ponto no ombro lhe pode estar a dar dor de cabeça.

Faço-o por um motivo simples: quando você percebe o porquê, a ansiedade baixa logo. Deixa de ser “uma dor misteriosa nas costas” e passa a ser uma coisa concreta, com nome e com solução. E quem entende o que se passa no seu corpo colabora melhor, dentro e fora da marquesa.

A massagem em si: vou ter de me despir? Vai doer?

As duas perguntas que toda a gente faz por dentro e quase ninguém diz alto. Respondo às duas de frente.

Despir-se: para uma massagem de costas, fica destapado só da cintura para cima, e tem sempre uma toalha a cobri-lo, descobrindo-se apenas a zona que está a ser trabalhada. Tem um espaço reservado para se preparar, ninguém o vê. Nada de constrangimentos: para mim isto é trabalho clínico, tão natural como para um médico, e o seu à-vontade faz parte do tratamento.

Dor: ao trabalhar uma zona muito tensa pode sentir um desconforto, daquela “dor boa” de quem sente que ali está o problema. Mas não deve ser dor a sério, e nunca trabalho contra si. Combinamos uma coisa simples logo no início: se passar do confortável, diz, e eu baixo a pressão na hora. Você manda no nível, sempre.

A massagem dura entre 40 e 80 minutos, conforme o seu caso, e as técnicas saem do que a avaliação mostrou, não de uma receita igual para todos.

“E se eu não souber relaxar?” Não tem de fazer nada. Não precisa de “ajudar”, nem de aguentar calado, nem de fazer conversa. O seu único trabalho é dizer-me se algo incomoda. Do resto trato eu.

Quando sai: o que leva consigo

Aqui está outra diferença que costumo ouvir elogiar. Quando se levanta da marquesa, não leva só o alívio do momento. Leva um vídeo personalizado com dois ou três exercícios para o seu caso, gravado a pensar em si, para fazer em casa.

Porquê? Porque a massagem desfaz o nó, mas é o movimento certo que o impede de voltar. Sem a parte de casa, o efeito dura menos. E não acaba aí: dois a três dias depois, mando-lhe uma mensagem a saber como está. Melhorou, piorou, a dor mudou de sítio? Essa resposta ajuda-me a afinar a sessão seguinte. É a diferença entre “fiz uma massagem” e “estou a tratar-me”.

Como me preparar para a primeira sessão?

A resposta curta é tranquilizadora: praticamente não precisa de fazer nada.

Venha como está, de roupa confortável se puder escolher. Não precisa de vir em jejum nem de trazer exames (se tiver alguma ressonância ou relatório recente, traga, ajuda, mas não é obrigatório). Tente chegar uns cinco minutos antes, para não começar a correr. E se estiver a tomar alguma medicação ou tiver alguma condição de saúde, diga-me no início, faz parte da avaliação. De resto, é só aparecer.

💡 Em resumo: conversa e avaliação, depois a massagem feita à medida com toalha e ao seu ritmo, e no fim exercícios para casa mais acompanhamento. Quer o panorama completo das costas? Veja o guia completo da massagem nas costas.

Marque pelo WhatsApp: wa.me/351916002140
Veja o serviço: Massagem Terapêutica de Costas
Quer o panorama completo? Guia completo da massagem nas costas

Perguntas frequentes

A primeira sessão de massagem terapêutica dói?

Pode sentir um desconforto ao trabalhar zonas muito tensas, uma “dor boa”, mas não deve ser dor a sério. É tudo feito dentro do seu limite: se passar do confortável, diz, e baixo a pressão na hora.

Tenho de me despir para a massagem de costas?

Fica destapado só da cintura para cima e há sempre uma toalha a cobri-lo, descobrindo-se apenas a zona a tratar. Tem um espaço reservado para se preparar e total privacidade.

Quanto tempo dura uma sessão?

A massagem dura entre 40 e 80 minutos, conforme o caso. A primeira sessão é um pouco mais longa, porque começa pela conversa e pela avaliação antes de a massagem propriamente dita.

O que devo levar ou fazer antes de ir?

Praticamente nada: roupa confortável e, se tiver, algum exame recente. Não precisa de jejum. Chegue uns minutos antes e diga-nos no início se toma medicação ou tem alguma condição de saúde.

E se for a minha primeira vez e me sentir desconfortável?

É das coisas mais normais que há, e costuma passar nos primeiros minutos. Não tem de “saber” fazer nada nem de aguentar calado: o seu único papel é dizer se algo incomoda. O à-vontade faz parte do tratamento.

Onde decorre a sessão em Leiria?

Na Fisalis, no centro de Leiria, na Rua Dr. José Gonçalves 15A, junto à Av. Marquês de Pombal, com estacionamento próximo. Se ainda está a decidir, veja como escolher massagem terapêutica em Leiria.


Venha sem receio, a parte difícil já passou

A parte mais difícil de uma primeira sessão é, quase sempre, decidir marcá-la. O resto é só deixar-se guiar. A primeira sessão na Fisalis, no centro de Leiria, fica em 30€ e inclui a conversa, a avaliação completa, a massagem à medida, o vídeo de exercícios e o acompanhamento. Somos 5,0 no Google, com 38 avaliações de pessoas que, como você, vieram pela primeira vez sem saber bem o que esperar.

Apareça, vemos o seu caso com calma. E se eu perceber que o que precisa é de um médico e não das minhas mãos, digo-lhe com franqueza, antes de começar. É assim que se trabalha a sério.

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Conteúdo da responsabilidade de Dmytro Chervenyak, Mestre em Fisioterapia (grau reconhecido pela DGES Portugal).

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Dmytro Chervenyak Mestre em Fisioterapia

Mestre em Fisioterapia e Ergoterapia pela Universidade Católica Ucraniana, com reconhecimento pela DGES Portugal.…

Conteúdo produzido com apoio de IA, revisto pela equipa Fisalis.